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4 de outubro de 2011

BONO VOX, o pretinho roqueiro da Pat Baleeira




Gato Preto dá Sorte!  O meu é roqueiro e o seu?

Minha história com BONO VOX CAT começou em 2003. Minha amiga Vanessa Moraes (banda Quasímodo) perguntou se eu queria adotar um gato preto. Fui/sou gateira de primeira viagem. Me joguei. Sei que qualquer animal BEM CUIDADO o risco de transmitir doenças é zero.

Na época trabalhava no Instituto Adolfo Lutz/SP. Ela foi me pegar no final de turno. Quando entrei no carro perguntei: "Cadê, o gato?" Ela: “Aqui no colo”. Quando vi aquela bola de pêlo negra, APAIXONEI/AMEI. Partimos pra fazer o kit gato: rações, comedouros, bebedouros, caixa de areia e uma bolinha.

Chegando em casa...

Detalhe(1): sumariamente importante- minha mãe não gosta de gatos. Sempre tivemos cachorros (todos possíveis e imagináveis) desde 1976. Chegamos em casa e logo a bolinha de pêlo preto foi correndo aos pés da Dona Vera. Ela disse: "Patrícia, o que é isso?" Eu: "Ué, meu gato! Não se preocupe - vou vacinar, vermifugar e castrar". Hoje ela SIMPLESMENTE não vive sem ele. Até dorme com ele nos pés. 

Detalhe(2): ela tem rinite alérgica. O fator pêlo de gato/cachorro em nada prejudica minha mãe. 

Em casa, BONO já tranquilão...

Escolha do nome?
Estava em dúvida sobre: DINHO, BONO ou STING. Ouvíamos música (rádio KISS FM) quando começou a rolar WITH OR WITHOUT YOU - U2. Bono pulou no rádio e dali só saiu quando o som acabou. Ele adotou o apelido do SIR PAUL HEWSON - BONO VOX - ou melhor: meu gato é DONO do apelido do Paul. rs.

Se você ainda não é gateiro...Faça um favor? Converse com veterinários, sua família, vá conhecer um pouco mais sobre gatos com ONGs responsáveis como o Projeto SOS Felinos e a Tribuna Animal.  E ADOTE!

Gato é independente. Mas o BONO é tudo isso ó: Amoroso, Limpinho, Sensível, Brincalhão, Sensitivo, Fiel... Gato doméstico é ancestral. Milenar. Turma dos felinos. Se você adotar um vai aprender a ser muito MELHOR com seu semelhante, sua família e até profissionalmente. Cachorro é tudo de bom. Espere até ter um gato...
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MISTY, a pretinha da Marise Caetano




Eu tinha adotado uma linda pretinha para o prédio onde tenho minha loja. A doçura em forma de gata. Infelizmente ela tinha um problema cardíaco congênito e morreu aos 5 meses. 

Eu chorei tanto que minha vet, passados alguns meses, me deu uma linda pretinha, salva das ruas. É dos meus 4 gatos - todos adotados - a mais doce e amorosa.

Misty é carinhosa com os outros gatos, com as pessoas - gosta mesmo de estranhos - é amiga da Agatha, nossa cachorrinha e também da Vicky, a cachorrinha de minha mãe quando vem visitar.

Misty só trouxe alegria e sorte à nossa casa!

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DENISE CHUMBINHO, a pretusquilda do Cláudio Olívio


Eu sempre tive a mania de inventar nomes pra bichos que eu ainda nem tinha e um dia pensei numa gata preta chamada Denise. Tinha que ser gata preta e se chamar Denise. 

Quando me casei, eu já tinha o Joaquim e minha ex-mulher a Trinity, fomos morar num apartamento alugado e pensamos em uma nova criaturinha pra selar de vez a história e fazer companhia pro branquelo e pra vaquinha. Foi aí que comentei do meu sonho de Denise pra minha ex e a sugestão foi prontamente aceita. 

Naquele ano o Laço de Gata ia participar do primeiro Bazar de Natal do Adote um Gatinho e foi por isso que resolvemos adotar uma pretolina de lá. No dia do Bazar (fomos os primeiros a chegar), logo de cara vi um mural com um monte de maravilhas pra adoção e apadrinhamento e imediatamente focalizei uma gata preta muito linda, porém adulta, e eu queria um filhote, apenas pelo prazer de ter um filhote fofo em casa de novo brincando.

Durante o bazar, várias vezes passei pelo mural pra olhar todos de novo, mas eu só tinha olhos praquela gatinha preta chamada Shiva. No fim do dia chamei a Luísa Pinheiro, voluntária do Adote um Gatinho e nossa amiga, pra conversar e disse a ela que estava procurando uma gatinha preta filhote pra adotar e queria que ela me ajudasse. 

Foi aí que a Luísa me disse que era lar temporário de uma gatinha preta muito fofa, carinhosa e quietinha, porém já adulta, com mais de um ano talvez, e me chamou pra mostrar a bichinha no mural. Fiquei surpreso ao saber que era a mesma gata que eu tinha tanto adorado, a Shiva. Ficamos com ela na hora.

Dois dias depois chega em casa a Luísa com minha pretusquilda gorducha, brilhante e rebolante, e realmente a bichinha era um sonho. ERA, pois com uma semana já mandava na casa, nos gatos e no meu coração. 

Denise foi encontrada já castrada e com um dentinho cirurgicamente arrancado, por isso achamos que ela havia sido abandonada. Nunca saberemos com certeza, porém a bichinha já tentou fugir tantas vezes, que acho que foi por isso que ela estava na rua. O fato é que se hoje minha casa é uma fortaleza intransponível, é por causa da DENISE CHUMBINHO!


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ESPETO, o chiclete da Tânia Souza


A história do ESPETO na minha vida é simples.

Eu sempre acompanho  os tópicos do Projeto SOS Felinos... um dia, em Abril de 2008, vi um tópico sobre uma moça em São Bernardo do Campo que estava com vários gatinhos para adoção.

                                                              

O veterinário havia indicado que eu adotasse um gatinho bebezinho e macho para ajudar minha gatinha Luz a se acalmar (ela já era castrada). Tinha uma foto de um amontoado de gatinhos e no meio deles um pretinho olhando bem para a câmera. Liguei para a Fernanda (dona dos gatinhos) e marquei para ir buscar um deles no dia 01/05/2008.



Fomos eu, meu marido e meus filhos.  Chegando lá,  a Fernanda foi colocando um monte de gatos fofos no meu colo e eu quase surtando de tão deliciada que estava... um mais lindo e gostoso que o outro,  Massssss... rs... meus olhos bateram num pretinho minúsculo e todo arrepiado... parece até que ouvi música... Larguei todos e ele veio para o meu colo... e não saiu mais... é um docinho. Quando mia parece que chama MÃEEEE... rs.. Ah, a minha gata Luz ainda é um pit bull, mas domesticada... já pede colo e brinca de pega-pega...rs



Obrigada Iridê... a sua divulgação ajudou meu coração a encontrar esse pequeno que faz toda diferença na vida da minha família... muitas pessoas que vem na minha casa e conhecem meu gostosinho começam a pensar em ter um gato também!




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SALEM, o bruxinho da Anna Beatriz



Estava procurando um gato preto, pois para mim é o mais bonito, mas não conseguia achar em lugar nenhum. Uma mulher chegou a me falar que eu não ia conseguir um preto porque tem gente que usa para fazer macumba, então ninguém estaria doando um. Várias pessoas tentaram me convencer a desistir e os donos dos pet shops que fui tentavam me convencer a pegar um gatinho de outra cor.

Depois de mais ou menos 2 meses que comecei a procurar pelo gato preto, já estava quase aceitando que não acharia nenhum e teria que ficar com um colorido.

Um dia, quando cheguei em casa do colégio, minha avó me disse que tinha passado em um pet shop e lá tinha um pretinho. Na hora fomos lá ver. Ele era a coisinha mais linda que eu já tinha visto na vida! Não tinha nem um mês e meio, e a dona do Pet me disse que alguém o tinha largado lá na frente naquela manhã com a irmãzinha. A veterinária pegou a fêmea para ela.

Escolhi o nome SALEM pois ele me lembra o gato do filme 'Sabrina the Teenage Witch' que também se chama Salem.

Bjs e uma lambida do Salem!
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MICHELLE, a pretinha da Diane Teixeira



A Michelle chegou com uma missão bem difícil sabe, ela veio para fazer companhia para o meu Lohan, que na época tinha seis meses e era um furacão.

Adotei a Cheché (apelido dela) depois que li a história da vida dela no site do Adote um gatinho. Ela morava numa casa abandonada e teve filhotes neste lugar. Não sei como ela conseguia comer. Ela levou um chute tão forte que dilatou o olho dela e comprometeu o pulmão. Nesta hora apareceu o pessoal do Adote e resgatou a mamãe e os filhotes. Os bebês foram todos adotados, mas a minha pretinha teve que ficar internada para se recuperar. Demorou 3 meses e depois de curada ela foi pro site tentar uma adoção.

No texto dela tinha toda a explicação do caso e terminava dizendo que ela tinha poucas chances, por ser pretinha, por ser adulta e por ter o olho quebradinho.

Mostrei a foto dela para a minha filha e ela se apaixonou na mesma hora. Estávamos decididas e preenchemos o formulário. O pessoal do Adote marcou uma visita para ver se a minha casa tinha condições de receber a Michelle e adivinha... não tinha.

Eu tive que aumentar o muro, telar a varanda e colocar rede na janela. Todo esse trabalho demorou um pouco e antes de terminar eu recebi uma ligação do Adote me falando que outra pessoa estava interessada na Michelle.

Nossa, meu mundo caiu! Minha filha ficou desesperada, foi aquela confusão. Pedi, chorei, expliquei e consegui ficar com ela.

O que eu ganhei com tudo isso?
Uma filha maravilhosa, carinhosa, meiga e muito faladeira.

Ela é meio medrosa (também, depois de tudo o que passou), mas nós temos paciência e não forçamos ela a fazer nada.
Ela demorou um pouco para ganhar confiança e ela se solta aos poucos. Somos muito felizes com ela.

Já estamos com ela há 2 anos. E depois que ela chegou aprendemos ainda o valor de uma amizade sincera. (Mas essa é outra história)

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28 de setembro de 2011

BRIGITTE, a pretinha da Mila Rocha

Brigitte Rocha

Sou negra, sem raça definida e fui órfã. Vim dar esperança a todos os que estão ou estiveram na rua um dia e agradecer a todos que lutam por nós, os animais.


Minha mamãe me teve num telhado com mais três irmãozinhos frajolinhas. Eu fui a única pretinha. Éramos alimentados com restos de comida ou com o que nossa mamãe encontrava. Não me lembro muito bem do que aconteceu com a minha família, só sei que minha mãe um dia não voltou e meus irmãos morreram atirados contra a parede.

Fiquei com muito medo, escondi-me debaixo da caixa d”agua e passei dias esperando, com muito frio e fome. Meu estômago doía, bichos me picavam, e se ali ficasse, morreria. Decidi, então, escalar a calha e acabei caindo dentro do pátio de um prédio.

Fui recolhida por um humano, que me deu um pratinho de leite. Ele era faxineiro do prédio e me escondeu no salão de festas. Como eu sempre fui curiosa, às vezes eu ia parar na portaria e aí o porteiro, Sr.Elias, me enfiava na gaveta para os moradores não implicarem comigo e ele perder o emprego.

Eu era do tamanho de um ratinho, dividia a marmita com o meu amigo humano grandão, Sr. Zé “Mineiro”. Comia arroz com feijão, alface e migalha de pãozinho. Ofereceram-me para algumas pessoas, mas eu não tinha atrativo nenhum: raquítica, negra, sem raça definida e nascida na rua, de pai desconhecido e mãe avulsa.

Como eu ia ser despejada, por dó, uma moça do prédio, a Dra. Elisa, ficou comigo por uns dias , mas o marido dela não queria mais um gato, pois já tinham duas gatas e iam ter um bebê humano, ou seja, tava meio lotado.

Mas minha sorte mudou. Essa moça - Dra. Elisa, soube que, no mesmo prédio, havia uma família que acabara de perder uma gatinha vítima de câncer de mama (espero que eu nunca saiba o que seja isso…) e estavam muito tristes, pois restara só uma gatinha que viria a ser minha irmã, Tereza Rocha.

Era a minha última chance de tentar ser feliz e tive que fazer um charminho... estendi meus braços para a senhorinha que tinha uns óculos, além dos olhos: minha vovó humana Jane, que olhou e disse: muitas pessoas não querem uma pretinha, sem raça, mas você é linda e vai se chamar Brigitte. 

Passei a ser “filha da vó”, pois minha mamãe humana estava muito traumatizada por ter perdido a filha gata anterior e não queria saber de se afeiçoar a outro gato.  Pelo menos eu já tinha uma “vovó”, um teto e comida. Fiquei isolada da minha irmã Tereza, até me levarem ao Dr. de branco (agora sei que é um veterinário) e me darem umas vacinas. Ah, minha irmã Tereza Rocha era tricolor e de olhos verdes, linda e me acolheu muito bem: disse que eu seria sua nova irmã e para eu ter paciência com nossa mamãe humana, que ela era uma pessoa muito boa, só que estava triste por ter perdido a filha mais velha.

Bom, nós gatos sabemos quem tem bom coração e eu via que nossa mamãe estava sofrendo muito pela morte da Minnie Rocha- a filha um, irmã que não conheci. Não desisti da vida e hoje vivo feliz com minha mamãe humana: tenho cama, cobertor, sachês, caixinha de areia, veterinário - o Tio Humberto (ahrrrr….). Por isso, agradeço a todos os humanos e não humanos que não desistiram de mim, apesar da minha aparência: o faxineiro -Sr. Zé Mineiro, o porteiro Elias , a Dra. Elisa, minha vovó humana Jane Rocha (in memorian), minha irmã tricolor Tereza Rocha (hoje, a estrelinha mais linda que brilha no céu) e minha mamãe Mila que divide a cama comigo…Afinal, agora tenho nome e sobrenome: Brigitte Rocha.
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MAYA, nossa primeira pretinha...

 Maya e Apolo, dezembro/2001


Um pouco da história...

Peguei meu primeiro gatinho, um filhotico de 1 mês e meio, o Apolo, em 1998.  Sua mãe era uma gata de rua que deu cria na garagem de uma vizinha da minha mãe. Esta vizinha cuidou dela, esperou o desmame e começou a divulgar os filhotinhos para adoção. Eu e meu filho íamos ver os filhotes todo fim de semana, quando íamos à casa de minha mãe.

Uma amiga minha de São Bernardo queria um gatinho, levamos um pretinho lindo pra ela, foi numa 5ª.feira à noite. Meu filho foi brincando com o pequeno durante todo o trajeto, apaixonado por ele... bem, tenho que admitir: gatos são apaixonantes! rsrs

Só tinha ficado um gatinho com a mãe, que ainda precisava de um lar.  Era um branco e preto com rabinho curto e torcido, parecia um coelhinho!  Não preciso dizer que meu filho veio no carro de São Bernardo até em casa falando desse “coelhinho”... Não deu outra:  no dia seguinte liguei para a vizinha e pedi pra reservá-lo pra nós.

No sábado fomos ao petshop para comprar todo o enxovalzinho dele e fomos buscá-lo. Eu nunca tinha tido gatos, mas sempre tive uma quedinha especial por eles...rsrs  Cheguei a trazer um gatinho filhote dentro da mochila da escola uma vez, e algumas vezes comprei gatinhos filhotes, com a minha mesada, para que os meninos da rua não jogassem no bueiro. Minha mãe ficava maluca comigo, porque eu aparecia com os gatinhos em casa, mas o trabalho de cuidar, controlar a nossa cachorra, esconder o gato longe dela e arrumar um dono ficava sempre pra ela… rsrs  Mas nunca me desestimulou a salvar a vida de um animal. Ela mesma acolhia cães de rua na garagem de casa, tratava e procurava um dono. E eu ajudava a tratar. Portanto, ela não podia nem me dar bronca, certo? rsrs

Na semana seguinte, a vizinha me ligou.  Ela havia desmontado o “ninho” (um cercado com caixas de papelão) e a gata mãe vinha direto miar lá, procurando seus filhotes. Ainda tinha a água e a ração dela, mas ela procurava os filhotes...

Fui à casa da minha mãe naquela noite e levei o Apolo. Parei na vizinha com o carro e abri a porta do carona para conversar com ela... meu filho estava no banco de trás com o Apolo, que começou a miar, e a gata mãe nem pediu licença: entrou no carro, foi pro banco de trás e nós presenciamos um encontro que não dava pra desconsiderar!  Foi um festival de miaus, ronrons, lambidas... lembro da barriguinha branca do Apolo virada pra cima e aquela cabeça preta imensa da mãe cobrindo tudo com lambidas...


A MAYA GANHOU UM LAR!

Apesar de ter ficado com receio de colocar uma gata de rua adulta dentro de um apartamento, sem acesso externo, a vizinha me garantiu que ela acostumaria. Mandou castrar no dia seguinte e levou a Maya pra nós. Era minha companheira de cama, dormia enroscada comigo... Ela e o Apolo foram inseparáveis até sua partida, já velhinha, com vários dentes a menos... deixou muita saudade!
 
Foi assim que me sensibilizei com o fato do abandono de animais e principalmente com a discriminação contra os pretinhos. Logo depois que adotei a Maya, vários gatos de rua que conviviam com ela apareceram mortos, envenenados.  Além das crenças e superstições a respeito deles, o que gera o preconceito (descabido!) para adoção, ainda temos que tomar conhecimento dos maus tratos que eles sofrem por parte do “serumano”...

Desde 2005, quando aluguei esta casa e iniciei oficialmente o Projeto SOS Felinos, a percepção desse preconceito vem crescendo... tenho pretinhos que vieram filhotes ou nasceram aqui e estão no gatil, encalhados...não conseguiram um lar! Seus irmãozinhos, coloridinhos e clarinhos, foram adotados... por que os pretinhos não tem esse direito?

A Campanha Pró-Pretinhos tem por objetivo desmistificar esse preconceito infundado gerado por crenças e superstições absurdas!


PRÓ-PRETINHOS:  ADOÇÃO SEM PRECONCEITO!
O primeiro pretinho a gente nunca esquece... Adote um!











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