25 de agosto de 2011

FEIRA DE ADOÇÃO "MIAUDOTE!" NA MOÓCA!



Fechamos nova parceria:  Pet Center FALCÃO, na Moóca! 

ESTAREMOS LÁ TODOS OS SÁBADOS, das 10 às 16h!



Rua Fernando Falcão, 786 - Alto da Moóca 
(trav.da R.da Moóca, próximo à Igreja do Bom Conselho)




Conheça os gatinhos para adoção - http://projetososfelinos.multiply.com
Álbum MIAUDOTE!

Maiores informações: 7314.16.26 (Vivo) com Iridê.





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FEIRAS SUSPENSAS TEMPORARIAMENTE NO TATUAPÉ!
Fechamos parceria com o Pet Shop BOM BICHO, e estamos fazendo a Feira de Adoção do PROJETO SOS FELINOS todos os sábados, das 9:30 às 13:30h!  



Na nossa primeira feira, doamos o BILLY, um pretinho lindo (esse de coleira amarela na foto)!
E no último sábado, doamos o MERLIN, um gatinho adulto com um olhar verde muito penetrante.  Ele estava conosco há muito tempo, e apesar de lindo e ronronento, era discriminado por ser pretinho!  Finalmente ele ganhou o tão merecido lar!




Tá pensando em adotar um novo amigo?  Passe por lá prá conhecer nossos gatinhos!

MIAUguardamos vc!
Iridê e Gatinhos do
Projeto SOS Felinos
projetososfelinos@yahoo.com.br
(11) 7314.16.26 (Vivo)
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10 de junho de 2011

18/06 - MIAUDOTE! Feira de Adoção do Projeto SOS Felinos novamente no TATUAPÉ!

Olá,
No próximo sábado, 18/06, estaremos novamente no Tatuapé, no Pet Shop BOM BICHO, R. Serra de Bragança, 468A, a 2 quadras da Praça Sílvio Romero.

Teremos dois pretinhos para adoção neste evento.  Um deles é o PRETUCHO, um pretinho "falso", que tem a ponta do rabinho branca.  E o outro é o BILLY, um pretinho básico, todo pretinho e reluzente. O Billy está na foto aí embaixo, tirada na última feira, com dois amiguinhos: o Blue (azul) e a Cléo (amarelo/branco).



Veja abaixo o que é necessário para adotar:



Tá pensando em adotar um novo amigo?  Passe por lá prá conhecer nossos gatinhos!

MIAUguardamos vc!
Iridê e Gatinhos do
Projeto SOS Felinos
projetososfelinos@yahoo.com.br
(11) 7314.16.26 (Vivo)
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13 de maio de 2011

A Sexta-feira 13, o Gato Preto e a Manga com Leite


O Calendário é um sistema para contagem e agrupamento de dias que visa atender, principalmente, às necessidades civis e religiosas de uma cultura.
Além das conhecidas 2 grandes guerras mundiais, ao longo da civilização humana, houveram inúmeras outras guerras, algumas armadas outras psicológicas, todas de cunho religioso, com o propósito não só de converter as pessoas, mas para ditar a elas como pensar e a quem a elas deveriam pagar oferendas e tributos.
A religião foi a percussora do mito de azar da sexta-feira 13, devido a ser atribuída a esta data a crucificação de Jesus Cristo.

Mas se você acha que algo diferente pode acontecer nessa data, prepare-se, pois em 2012 teremos três sextas-feiras 13. Qualquer mês que comece num domingo irá conter uma sexta-feira 13.
Na antiguidade até a idade média, o domínio dos governantes baseava-se em controlar o povo pela religião.
A maioria das civilizações baseava suas crenças em Deuses oriundos da própria natureza, como os celtas, que entendiam que a terra comporta-se como um autêntico ser vivo. Também tinham conhecimentos de como viver em harmonia com a terra, da importância de manterem a terra sadia – assim sendo,  evitavam mutilá-la inutilmente – e até mesmo da importância de tratá-la.
Também os primeiros egípcios tinham uma atitude de respeito em relação aos fenômenos da natureza- o Sol, a Lua, e às características marcantes dos animais – a ferocidade do leão, a força do crocodilo, etc. As primeiras divindades que surgiram eram quase sempre representadas sob a forma de um animal. E como cada povoado tinha seu próprio deus, e que era frequentemente associado a um animal da região, com atribuições e poderes diferentes.


 E foi ali no Egito que o culto à Deusa Bastet surgiu.

Bastet, ou  Ailuros (palavra grega para “gato“) é na mitologia uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. Era representada como uma mulher com cabeça de gato e um cesto onde colocava as crias. Nos seus templos foram criados gatos que eram considerados como encarnação da deusa e que eram por essa razão tratados da melhor maneira possível. Quando estes animais morriam eram mumificados, sendo enterrados em locais reservados para eles.
Mas como toda crença aproveita algum dado para que possa ser assimilada e considerada verdadeira por muitos anos, a associação do gato ao culto da fertilidade não foi em vão.

Os gatos foram quem salvaram os egípcios da fome e de doenças. Por respeitarem os ciclos naturais das enchentes do Rio Nilo, que na verdade adubavam suas plantações, tinham uma enorme safra de colheita de grãos armazenada. Mas nos tempos antigos armazenar grãos era um chamariz para roedores, que não só devoravam tudo, como se multiplicavam ainda mais. A única forma de combate aos roedores eram os gatos, não só venerados e cuidados como Deuses vivos, como também era crime com pena de morte levar qualquer gato para fora do país. Dessa forma, as outras nações não teriam como combater os roedores, e sem grãos, se submeteriam às imposições e aos valores que o Egito quisesse para lhes vender.

 O avanço do império romano sobre as outras civilizações, podia, com o uso de armas, até lhe tirar as terras, mas para dispor da mente desses povos, os romanos começaram por denegrir alguns de seus costumes.
Os gatos, que eram associados à Deusa Bastet, que era toda adornada de ouro e pintada de preto, para dar mais ênfase à associação de riqueza e de fertilidade, foi deturpada pelos romanos, que passaram a caçar e matar os gatos pretos na tentativa de acabar com o culto a bastet.
O Papa Gregório IX afirmava na bula Vox in Roma que o diabólico gato preto, “cor do mal e da vergonha”, havia caído das nuvens para a infelicidade dos homens.
Como também o povo celta possuía muito conhecimento da natureza, pois viviam nas florestas, todos conheciam o poder curativo das plantas. Para acabar com a resistência dos celtas ao catolicismo, a Igreja Católica pregava que os sacerdotes druidas eram bruxos. Como os druidas viviam isolados e rodeados por muitos gatos, a Igreja começou a associar os gatos às trevas, devido aos seus hábitos noturnos (afinal eles plantavam de dia e se reuniam à noite, enquanto que os sacerdotes dormiam à noite, pois não trabalhavam de dia), e afirmava terem parte com o demónio, principalmente os de cor preta. Milhares de pessoas foram obrigadas a confessar, sob tortura, que haviam venerado o demónio em forma de gato preto, sendo, logo depois, condenadas à morte.



A Igreja Católica foi a maior perseguidora de gatos da história, e na Idade Média travou uma dura e longa cruzada contra os gatos e os seus admiradores. No ano 1232, o Papa Gregório IX fundou a Santa Inquisição, que atuou barbaramente durante seis séculos, torturando e executando, principalmente na fogueira, mais de um milhão de pessoas, sobretudo mulheres, homossexuais, hereges, judeus e muçulmanos. Igualmente médicos, cientistas e intelectuais, e… também os gatos, “ad majorem gloriam Dei”.

A mesma perseguição foi realizada no Século XV, contra os povos  adoradores de uma outra divindade, a Deusa Freya, sendo que a Igreja considerava o seu culto um ato de heresia, associando-o à adoração de maus espíritos. Foram destruídas imagens da Deusa e mulheres que tinham gatos foram torturadas e queimadas vivas. Os gatos, que eram protegidos pela Deusa Freya, foram acusados de serem demoníacos, capturados, enforcados, e jogados nas fogueiras da Santa Inquisição.
A tradição mágica e outras habilidades naturais sobreviviam em alguns locais, durante a Idade Média, mas eram não-oficiais e eficazmente perseguidas pela Igreja, cuja religião monoteísta tornar-se-ia um instrumento institucionalizado do Estado. A magia tornou-se uma atividade suprimida simplesmente porque os sacerdotes da Igreja não eram adeptos da mesma, e também por não quererem correr o risco de que alguém pudesse sobrepujar as suas habilidades limitadas, e o fato de serem considerados a via única para Deus. Desta forma, tudo o que a Igreja considerava “não ideal” seria identificado na forma de várias imagens do mal.

Dali até a idade média, Roma também continuou sua perseguição aos gatos pretos (poupando os gatos de outras cores que eram necessários para combater os roedores), e ao longo dos anos, enraizou na mentalidade das pessoas a crendice das bruxas e dos gatos pretos e, aproveitando-se de novos conhecimentos de gênios da época como Nostradamus e Galileu Galilei, foi reforçando o mito em torno do número 13, recontando a história da última ceia, onde Judas traiu Cristo por estarem em 13 pessoas à mesa.
Hoje, resumindo ao máximo os mitos criados há mais de 2000 mil anos e perpetrados na metade destes, parece inconcebível que as pessoas se deixassem levar por essas alegações e passassem a acreditar e viver suas vidas com base nessas superstições.

Em especial porque, segundo a lógica, a feroz perseguição aos gatos incitada pela Roma, dizimando quase por completo a população europeia destes animais no Século XIV, contribuiu decisivamente para a multiplicação de ratos, que eram portadores da Peste Bubónica. A terrível consequência disso foi a proliferação da Peste Negra (Peste Bubónica), que dizimou um terço da população européia (de 1347 a 1350).
Talvez com o advento da internet e a facilidade na obtenção das informações as pessoas comecem a repensar seus hábitos, que foram passados de geração em geração há milênios, com base não em crenças que aprimoram e aproximam o ser humano de sua essência e da natureza, que por mais que muitos não queriam admitir, tem o seu lado divino. Tem a sua beleza, os seus mistérios e as suas intempéries.

E que somente há 200 anos atrás os senhores de engenho do Brasil conseguiram fazer com que os escravos se alimentassem menos, somente dizendo a eles que Manga com leite fazia mal a saúde. Do leite eram feitos os queijos e a manteiga. Como os escravos gostavam de mangas e as comiam abundantemente, os feitores espalhavam que manga com leite era veneno. Para confirmar a história chegavam ao ponto de envenenar o escravo que comia manga e bebia leite. Tudo isso em função de poupar o leite para a casa grande.

A abolição da escravatura no Brasil foi proclamada numa Sexta-Feira 13, em Maio de 1888. Os escravos foram libertados, mas ainda existem pessoas que querem escravizar outros seres humanos por qualquer motivo, desde a cor da sua pele à sua crença.

Já os Gatos Pretos foram tão perseguidos e caluniados que acabaram por perder seu lugar nas alturas – primeiro foram tratados como deuses, depois foram tratados como os vilões da história.

Mas da mesma forma que o mito do azar e do veneno ainda hoje impera na memória de algumas pessoas, temos pelo menos muito mais formas de difundir a realidade e a verdade para elas.

Mas se mesmo assim você for uma dessas pessoas com medo de sexta-feira 13, saiba que isso tem nome.  O medo específico (fobia) da sexta-feira 13 é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. E triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13.


Fonte: muralanimal.blogspot.com
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9 de abril de 2011

Por que tanta discriminação??

 Bem vindos ao blog da Campanha 
Pró-Pretinhos, Adoção sem Preconceito!
Nestes quase 11 anos de atividade na proteção animal, já perdi a conta de quantas vezes ouvi adotantes perguntando quais as cores de gatinhos que eu tinha prá doar, ressaltando que gostariam de uma cor ou outra, um tipo de pelagem ou outra, MENOS preto.  Em feiras de adoção, quantas vezes vi adotantes "torcendo o nariz" quando viam um pretinho!  Por que tanta discriminação?
"Gato preto dá azar!" - os mal informados ainda acreditam - e divulgam! - essa afirmação retrógrada que remete à época em que a inquisição queimou as bruxas e seus gatos, negros ou não.
"Gato preto é feio!" - você já parou prá olhar o brilho dos pelos de um gato negro? E o destaque dos olhos amarelos, verdes ou cor de mel no meio daqueles pelos todos pretinhos? 
Essa discriminação é INJUSTA!  Nessa campanha vamos publicar histórias de pessoas que adotaram gatos negros... incomparáveis, insubstituíveis, com seus olhares penetrantes e cativantes... 
Vamos acabar com a discriminação e a falta de respeito com que são tratados nas ruas!  Todos os gatos merecem um lar, inclusive os pretinhos!





 Você tem um pretinho?  Adotou?  Resgatou das ruas, cuidou e se apaixonou por ele?  Conte sua história prá nós! Mande por e-mail o seu depoimento com fotos, vamos provar que Gato Preto é tudo de bom!

Todos os pretinhos merecem um lar, 
assim como os coloridinhos! 
E todos merecem respeito!


Contamos com você!

Mande seu e-mail para projetososfelinos@yahoo.com.br com o título 
Pró-Pretinhos! Vamos acabar com o preconceito!  MIAUbrigaduuuu! 

Nossos especiais agradecimentos à amiga e colaboradora Marli Delucca (Mural Animal), pelo apoio de sempre, pela arte e organização deste blog.  Eu não sabia nem por onde começar... E também pelas primeiras publicações, fruto de pesquisa (ela é boa nisso!).  


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3 de abril de 2011

Gatos no Egito Antigo


Uma das características da vida egípcia é a veneração pelos gatos, cujos corpos mumificados têm sido encontrados aos milhares, inclusive em tumbas dos faraós.


Umas das explicações é que como os antigos egípcios tinham o culto da morte+sobrevida e o gato, historicamente, tem sete vidas, havia uma identificação com esse encontro no além.


Os gatos, no antigo Egito, tinham um grande significado, eram idolatrados como entidades e a deusa Bastet é uma mostra desse fascínio que os gatos exerciam no imaginário desses povos.





Quando os gregos chegaram no Egito, eles associaram Bastet com Artêmis e ela deixou de ser a deusa do sol para ser a deusa da lua.

Com o tempo, ela também perdeu sua cabeça original de gato selvagem e ganhou a cabeça de um gato doméstico. Os gatos eram muito importantes para os egípcios, porque protegiam os grãos dos animais daninhos, e acreditava-se que Bastet os protegia. Quem matasse um gato era punido com a morte. Quando os gatos morriam, as famílias raspavam a sobrancelha, em sinal de luto e, no mais das vezes, seus gatos eram mumificados.

O gato moderno, o último animal domesticado pelo homem, descende do Feliz líbica, um gato selvagem do Norte da África. Os gatos são errantes e misteriosas criaturas da noite.

O gato é um animal cercado de mistérios.

Os egípcios consideravam os gatos, guardiães do submundo --ou mundo dos mortos. Devido a estas crenças, imagens, estátuas e até múmias de gatos são encontradas dentro das pirâmides, utilizadas para a proteção espiritual do local e de seus habitantes. Os gatos habitam o oculto, isto é, o “escondido”.

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Mas também adora ver e e ser visto; é um espectador do drama da vida, divertido, condescendente. É um narcisista -- como os faraós que mandavam construir três quatro estátuas iguais, de si próprios -- e as colocavam em fila. Os gatos têm um senso de composição pictórica: colocam-se simetricamente em cadeiras, tapetes e, até mesmo, numa folha de papel no chão.
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2 de abril de 2011

Gatos na História

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Na Pérsia antiga havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, corria-se o risco de estar maltratando um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra. Desse modo, ao prejudicar um gato preto, o homem estaria atingindo a si mesmo.
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1 de abril de 2011

Curiosidades

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Alguns gatos negros que estão em ruas brasileiras tem pedigree e são dificilmente encontrados em outras partes do mundo. Por exemplo: Gatos negros de pelos não-longos que são totalmente pretos ou com uma leve penugem branca em baixo do pescoço e/ou na barriga são da raça Bombaim.
Os Gatos da raça Bombay (ou Bombaim) podem ou não apresentar falta de pêlos na região abaixo de sua orelha. Sua cabeça é redonda, sem a presença de angulações agudas, o focinho é largo e curto com um ligeiro stop. Suas orelhas são de tamanho médio, largas na base, ligeiramente inclinadas para frente e com pontas arredondadas. Os pés são relativamente curtos com as garras pequenas e redondas. Ele se movimenta como os grandes felinos. São parecidos com a mistura genética de uma Pantera Negra com um Gato de pelo curto americano.
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